Igor Gadelha

Ações sobre o Master estão retidas no STF após o presidente da Corte, Edson Fachin, puxar petições sobre o caso para o seu gabinete

Igor Gadelha

14/10/2026 05:00

Nina Quintana/Metrópoles @ninaquintana

O imbróglio envolvendo a relatoria do Caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF) tem atrasado o avanço da delação premiada de João Carlos Mansur, ex-dono da gestora de fundos Reag.

O acordo de colaboração foi fechado pelo executivo com a Procuradoria-Geral da República (PGR) no final de agosto e encaminhado ao ministro do Supremo André Mendonça para homologação.

3 imagens
1 de 3
João Carlos Mansur, fundador da gestora de fundos Reag
Geraldo Magela/Agência Senado
2 de 3
João Carlos Mansur - Crime Organizado - Senado
Reprodulção/TV Senado
3 de 3
Mansur ao lado de Daniel Vorcaro. O fundador do Banco Master é dono é dono de 20,2% Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Atlético-MG
Desde então, porém, o magistrado ainda não tomou uma decisão sobre o caso. Interlocutores de Mendonça afirmam que o ministro aguarda uma definição do presidente do STF, Edson Fachin.
Fachin gerou dúvidas sobre a relatoria das investigações envolvendo o Banco Master no Supremo ao avocar para o seu gabinete, em meados de de setembro, petições relacionadas ao caso.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Igor Gadelha
Receba no seu email as notícias da coluna Igor Gadelha
Frequência de envio: Diário
Ver todas
Ver todas as newsletters
Antes do impasse, Mendonça chegou a homologar uma única delação premiada relacionada ao Caso Master: a do empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, mais conhecido como “Mineiro”.
O empresário é dono da Entre Investimentos e Participações e atuava como operador financeiro de Daniel Vorcaro, sendo responsável por fazer os pagamentos ordenados pelo dono do Master.


